quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

CASAMENTO É ÓTIMO E REQUER EXCELENTES TESTEMUNHAS


Hoje dia 20, faz dois meses que meu filho João se casou com a queridíssima Amanda. Pois é, o tempo passa rápido, mas do período podemos tirar reflexões que nos acrescenta. Estive pensando desde ontem acerca da linda cerimônia que vi e participei. A celebração deste matrimônio foi realizada pelo Reverendo Junior da Igreja Presbiteriana Central, revelando momentos de encanto e beleza ímpar, desde a entrada das testemunhas até a benção final.

Algo que me chamou a atenção foi a escolha das testemunhas que tanto João e Amanda fizeram. Gente madura, a maioria da mesma fé, com vida prática cristã, o que pesa muito em um casamento onde os noivos fazem juras de um amor duradouro.

Porque este termo “pesa”? Por que por mais dedicado que o pastor do casal possa ser, esse novo casamento precisa de acompanhamento espiritual, à base de muita oração, de assistência e intervenção nas necessidades ou vicissitudes que surjam, e em via de regras o pastor pode ser transferido, mudar-se para distante, e as testemunhas que permanecem no mesmo domicilio podem exercer grande influência na vida do casal, pelo menos penso assim, então, daí a importância da escolha.

Testemunhas de casamentos não devem ser as de melhores posses para darem os melhores presentes, mas aqueles que são referenciais dentro das comunidades que freqüentam, que sejam pessoas idôneas e comprometidas com a vida cristã, e que saberão responder as dúvidas dos recém casados, quer seja na vida secular ou na espiritual.

Evidentemente que não queremos dizer aqui que só os da mesma fé que são credenciados a testemunharem uma cerimônia religiosa de um consórcio nupcial, mas que as testemunhas devem ser casadas há um bom tempo, que tenham vidas exemplares como casal respeitado, como lídimos chefes de famílias, porque o que se inicia com o casamento é uma nova família, e nada melhor do que gente exemplar para servirem de referenciais.

A Bíblia refere-se ao casamento um estado digno de honra entre todos (Hb.13:4), daí procurar exaltá-lo como o melhor feito da vida, e não andar pelos caminhos dos que escarnecem desta instituição divina. Há ditados extremos acerca do casamento como, por exemplo, “se o casamento fosse bom, não precisaria de testemunha”.

Este ditado jocoso não tem sentido porque a necessidade de testemunhas (também chamadas de padrinhos) na cerimônia religiosa e civil é de suma importância. Aqui não se trata de testemunhar um fato errado cometido por alguém, um litígio, mas o inicio de uma nova família e por isso que é importante a escolha destes elementos para a cerimônia.

O papel das testemunhas em um casamento é muito especial, é uma honraria, portanto os noivos devem convidar pessoas que lhe sejam destacadas, tanto na vida da noiva ou do noivo.

É uma das escolhas mais importantes para a cerimônia, pois são pessoas que vão acompanhar a vida do casal por muitos anos; geralmente as testemunhas são pessoas que estarão no altar para atestar a união e ajudar o casal em tudo o que eles precisarem.

Uma boa orientação para os noivos escolherem os padrinhos é ter em mente sempre alguém que conheça o casal e saiba de toda a história dos dois. É bom também que seja uma pessoa que conheça as famílias e que simpatize com ambas. As testemunhas de casamento serão a continuação da família dos noivos.

Os noivos nunca devem ceder a pressões externas, muito menos da família na hora de escolher as testemunhas. A escolha tem que ser algo prazeroso, alguém que os noivos gostem e que acompanhou desde o inicio a história do casal, até porque estas testemunhas também terão papel fundamental na organização da cerimônia e no dia do casamento.

Tamanha importância do ato é fundamentada no fato de que as Escrituras narram “que o homem que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do Senhor”(Pv. 18:22) “o coração do seu marido confia nela e não haverá falta de ganho”(Pv.31.11);”ela lhe faz bem e não mal; todos os dias da sua vida”(Pv.31.12); “maridos, amai a vossa mulher, como Cristo amou a sua igreja e por ela se entregou”(Ef.5:25).

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